
por milhares de anos (centenas de anos antes de Cristo) pelo homem pagão, como um tempo determinado para festejar e adorar ao seu deus-sol, quer seja ele chamado: Saturno, Ozíris, Mithra, Tammuz, Horus ou, simplesmente, sol.
O nome do deus-sol diferia dependendo da cultura, mas tinham
uma coisa em comum, todos haviam nascido em 25 de dezembro. Esta festa era a
mais vil e imoral, sempre degradava e arruinava a Roma pagã. Era um período de
licenciosidade, bebedices e devassidão, pois nestas épocas todas as restrições
eram deixadas de lado.
Quando o imperador Constantino, no ano 313 d.C., abraçou o
cristianismo, ele encorajou os cidadãos romanos a tornarem-se cristãos. E
milhares que nada conheciam de Cristo entraram na cristandade, trazendo consigo
os seus costumes pagãos. Assim, o nome de Cristo foi ligado ao nascimento do
deus-sol, celebrado em 25 de dezembro. Em razão dessa celebração é fácil
constatar a mistura que perpetuou na cristandade de hoje.
COSTUMES HERDADOS
No decorrer da historia humana tem havido muitas práticas e desvios. Num destes desvios está o Natal. O Natal está relacionado a um período em que haviam trocas de presentes (hoje chamamos de “amigo secreto” ou usando um termo mais espiritual, “irmão secreto”) com grande sentimento de cordialidade. As coroas floridas sobrepostas, isto é, arranjos colocados sobre as portas, de cores vermelhas e o excessivo comércio do período, eram somente algumas das práticas das festas antigas. “Isso é um assunto de conhecimento bastante comum”, diz um escritor, que “muito do nosso envolvimento com a época de Natal – os feriados, a troca de presentes e o generalizado sentimento de cordialidade, é somente a herança vinda da festa romana... remanescentes do paganismo e adotados pelo cristianismo de hoje”.
No decorrer da historia humana tem havido muitas práticas e desvios. Num destes desvios está o Natal. O Natal está relacionado a um período em que haviam trocas de presentes (hoje chamamos de “amigo secreto” ou usando um termo mais espiritual, “irmão secreto”) com grande sentimento de cordialidade. As coroas floridas sobrepostas, isto é, arranjos colocados sobre as portas, de cores vermelhas e o excessivo comércio do período, eram somente algumas das práticas das festas antigas. “Isso é um assunto de conhecimento bastante comum”, diz um escritor, que “muito do nosso envolvimento com a época de Natal – os feriados, a troca de presentes e o generalizado sentimento de cordialidade, é somente a herança vinda da festa romana... remanescentes do paganismo e adotados pelo cristianismo de hoje”.
A árvore de Natal é igualmente pagã em origem. Ela sustenta
uma posição proeminente na adoração do deus-sol em quase todas as
culturas.

Assim, a prática deste costume de celebrar o aniversário do
deus-sol por meio de árvore sempre verdes e decoradas foi dominante em muitas
culturas pagãs.
Outra mistura agregada ao Natal é o “Papai Noel” O começo
desta prática deu-se de maneira simples e sutil. O Papai Noel é o São Nicolau,
bispo católico do século quinto.
A Enciclopédia Britânica, 11ª. Edição, vol. 19, página
648-649, diz: “Que São Nicolau, presenteava ocultamente as três filhas de um
homem pobre... deu assim o costume de dar presentes em secreto na véspera do
dia de São Nicolau ( 6 de Dezembro), data que depois foi transferida para o dia
do Natal (25 de Dezembro).”
A Enciclopédia Barsa, vol. 11, edição de 1987, pág. 274 diz:
NATAL (rel.) Festa do nascimento de Cristo. Contudo, a data real deste
acontecimento fundamental para a cronologia do Ocidente, pois o nascimento de
Cristo marca o ano 1 da nossa historia, não foi ainda satisfatoriamente
reconhecida. Por isso, nos primeiros séculos, o Natal cristão era comemorado
ora a 6 de janeiro, ora a 25 de março, e em alguns lugares a 25 de dezembro. O
dia 25 de dezembro aparece pela primeira vez no calendário de Philocalus(354).
No ano 245, o teólogo Orígenes repudiava a idéia de se festejar o nascimento de
Cristo “como se fosse ele um faraó”. A data atual foi fixada no ano de 440, a
fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: a festa mitraica
(religião persa que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos), que
celebrava o natalis invicti Solis (“nascimento do vitorioso Sol”) e varias
outras festividades decorrentes do solstício do inverno, como os saturnalia em
Roma e os cultos solares entre os celtas e os germânicos. A idéia central das
missas de Natal revela claramente esta origem: as noites eram mais longas e
frias, pelo que, em todos esses ritos, se ofereciam sacrifícios propiciatórios
e se suplicava pelo retorno da luz. A liturgia natalina retoma esta idéia e
identifica Cristo com a verdadeira luz do mundo. A árvore de
Natal é de origem germânica, datando do tempo de são Bonifácio. Foi adotada
para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma
arvore, em homenagem ao Deus-menino. O presépio foi introduzido no séc. XIII,
por S. Francisco de Assis. Nas colônias inglesas dos EUA, os primeiros
puritanos lá chegados suprimiram as festividades do dia de Natal, substituindo-as
por um dia de jejum. Os imigrantes holandeses, chegados depois, ressuscitaram
os festejos natalinos.
No Brasil, é a celebração que mais profundamente
está enraizada no sentimento nacional, sugerindo riquíssimo material poético e
folclórico, com base na religiosidade. Cognominada simplesmente, no interior
brasileiro, de noite de festa, seu ponto alto é a “missa do galo”, celebrada à
meia noite.

Assim, percebemos que as gerações herdaram estas celebrações
pagãs que nada tem haver com Cristo e a Vida da igreja normal. Estas exposições
nos levam as seguintes conclusões: Precisamos voltar urgentemente à pura
palavra de Deus, e somente por meio dela seremos guardados das práticas
equivocadas e antibíblicas.
EM QUE DIA JESUS NASCEU?
Ninguém sabe ao certo em qual dia o Senhor Jesus nasceu. Não
existe nenhuma data precisa registrada na Bíblia. O que certamente não foi um
equívoco da parte de Deus.
Sem dúvida, a intenção de Deus em não nos dar um registro
exato desta data, é que Ele preferia que os Seus filhos não celebrassem
qualquer dia em particular este evento, mas, sim, que o homem mantivesse uma
atitude contínua de apreciação pelo nascimento de Jesus Cristo durante os
trezentos e sessenta e cinco dias do ano. Contudo, é certo, segundo as
Escrituras, que Jesus não nasceu em 25 de dezembro.
A prática de celebrar o “dia mais sagrado”, sob o pretexto
de ser o “Natal”, veio a existir nos primórdios da formação do catolicismo
romano, quando foi fixado e ordenado o vigésimo quinto dia de dezembro como
sendo o aniversário de Cristo. Desde então esta data tem sido legada às
gerações como sendo a data do nascimento de Jesus Cristo.
A INTENÇÃO OCULTA
A intenção de vincular o Natal ao nascimento de Jesus foi
motivada pelo desejo de tornar o Cristianismo mais popular perante os gentios,
deixando-o mais “acessível” para aqueles que estavam relutantes em se
despojarem de suas práticas idólatras.
Podemos chamar, hoje, este fenômeno de sincretismo religioso
ou “cristianismo facilitado”. Contudo, nem todos os cristãos aceitavam
passivamente essas festas pagãs. Em 245 d.C., Orígenes, um dos pais da igreja
primitiva, classificou-as como pecaminosas!
Os puritanos chegaram a proibir a celebração do Natal
através de uma lei que vigorou entre l659 e l681. Assim, vemos que coisas
relacionadas ao Natal e papai Noel são algo do paganismo.
Portanto, o Natal é uma blasfêmia para com Cristo, e nenhum
cristão com consciência pura deveria ter qualquer relação com Ele.
É uma grande desonra ao Senhor um cristão colocar seu
coração nas festividades do Natal. Fazer isto é associar o Santo nome do Senhor
com os costumes e rituais do paganismo.É, sem dúvida, um desgosto para o Senhor
ver sinceros e bem intencionados cristãos totalmente envolvidos em práticas que
foram iniciadas e mantidas por séculos de celebração ritualística a deuses
pagãos.
Que o Senhor tenha misericórdia de todos nós, para que
sejamos como os nobres de Beréia, que mesmo recebendo a mensagem diretamente de
Paulo, examinavam cada dia nas escrituras se estas coisas eram de fato
assim.
Em Atos 17:11 diz: “Ora, estes de Beréia eram mais nobres
que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando
as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim”. Possam
aqueles dentre nós que se preocupam com o Senhor Jesus Cristo, honrá-Lo e de
acordo com a pura Palavra de Deus, com uma boa consciência, deixar todas as
práticas idólatras dos pagãos, como diz o Apóstolo Paulo. “Outrora, porém, não
conhecendo a Deus, servíeis a deuses que, por natureza, não o são; mas agora
que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como estais
voltando, outra vez, aos rudimentos fracos e pobres, aos quais, de novo,
quereis ainda escravizar-vos? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio
de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco.” (Gálatas 4:8-11).
Celebrar o Natal não altera minha posição em Cristo. Porém,
uma vez que amamos o Senhor Jesus e O reconhecemos como nosso Salvador e Senhor,
certamente desejaremos honrá-Lo em tudo o que fazemos. Por esta razão, temos
que perguntar a nós mesmos: “celebrar o Natal é honrar o nome do
Senhor?” Esta resposta poderá ocasionar desconforto e conflito em seu
interior e incompreensão por parte daqueles que não obtiveram ainda a clareza
desta verdade. Entretanto, mesmo que você desfrute de uma boa comunhão com
outros filhos de Deus, a bem da consciência, você não pode desonrar a Deus
ignorando Sua verdade. Alguns preferem se esconder do que é apresentado,
temendo assim levantar conflito para os filhos de Deus e os líderes
espirituais, com as seguintes desculpas: - “É apenas uma questão de ênfase”.
Escapando assim de um sério auto-exame à luz da revelação da Palavra de Deus.
Outros podem dizer: “Não podemos insistir em verdades que possam vir a ofender
os que professam a mesma fé!”, “Já que não podemos ser absolutos pela verdade,
serei como a maioria”. É uma vergonha para Deus ver Seus filhos rebaixarem o
Seu padrão da verdade. Quando uma meia-verdade é apresentada como sendo a
verdade, ela se torna uma inverdade.
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